A importância de frequentar uma clínica obstétrica durante a gestação


Entenda a importância do obstetra durante a gestação e como encontrar a clínica obstétrica ideal para fazer o seu acompanhamento.


Todo mundo sabe que a grávida tem que ser assistida por uma clínica obstétrica. Mas, nem todos sabem por quais motivos. Então, elaboramos este pequeno panorama para você entender o que faz um obstetra, os 5 motivos para ir ao obstetra durante a gravidez e como escolher um ginecologista obstetra em São Paulo

O que faz um ginecologista obstetra?

O obstetra cuida do período antes da gestação, pré-natal, parto e pós-parto. Para ser um obstetra é preciso ser graduado em medicina e fazer residência médica em Ginecologia e Obstetrícia para obter o título de especialista. Além do ginecologista obstetra existe ainda a figura do enfermeiro obstetra que é responsável pelo pré-natal e partos de baixo risco.

Quando a mulher deve ir a uma clínica obstétrica?

Assim que a mulher decidir que deseja ser mãe. O check-up pré gravidez inclui levantamento do histórico clínico da futura mamãe, bem como a identificação de vacinas atrasadas e também solicitação de exames para diagnóstico de doenças como pressão alta e diabetes. 

Qual a importância do obstetra na gravidez?


Confira este esquema que elaboramos sobre a importância do ginecologista obstetra em cada fase da gestação:
- 1ª Consulta: monitorar batimentos cardíacos do bebê, estado de saúde da mulher e previsão da data de nascimento. Depois dessa primeira consulta, a mamãe deverá retornar mensalmente;
- 5ª a 8ª semana: cálculo do tempo de gravidez, monitoramento do embrião e saco gestacional;
- 11ª a 14ª semana: identificação ou não de Síndrome de Down por meio da ultrassonografia de transluscência nucal. Esse exame identifica ainda doenças cardíacas;
- 20ª a 22ª semana: solicitação da ultrassonografia morfológica para determinar medida e peso do feto, monitoramento dos órgãos e também identificação do sexo;
- 24ª a 28ª semana: o obstetra pede o exame de curva de tolerância glicêmica para ver se a paciente desenvolveu diabetes, condição que às vezes exige que o parto seja antecipado;
34ª a 37ª semana: realização da triagem de estreptococo beta-hemolítico que consiste na análise de secreção vaginal e do reto para identificação de infecção originada pela bactéria estreptococo do tipo B. Caso a infecção seja detectada há prescrição de antibióticos no dia do nascimento para evitar contaminação e morte do bebê. 
Onde encontrar uma clínica obstétrica em São Paulo?

É fácil encontrar ginecologista obstetra em São Paulo. Contudo, a escolha do profissional deve ser cuidadosa. Qualquer clínica obstétrica em São Paulo que se preze precisa reunir os melhores profissionais e os melhores equipamentos. Outra questão a ser observada na escolha de clínica obstétrica em São Paulo é o atendimento humanizado. Entre em nosso site para conhecer nosso trabalho.

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